A conexão e interdependência entre países é característica definitiva da globalização e é afetada pela pandemia existente.Nesse sentido, como o comércio exterior poderá contornar os entraves decorrentes da propagação do Covid-19, como o isolamento internacional? E quais os perigos de manter um comércio ativo com países afetados pelo vírus?
As empresas de serviços e produtos secundários têm sofrido no período de quarentena devido ao isolamento social e decreto dos governos que proíbem a abertura das lojas, medida já adotada em alguns países e algumas cidades brasileiras. Decorrente disso, o mercado se adaptou rapidamente, nos levando a um cenário onde o E-commerce, ou comércio eletrônico, vive em grande crescimento.
O mercado de doces brasileiros já está consolidado em diversos países de todo o mundo e pode ser uma aposta segura e rentável para os empreendedores nacionais. Mas, quais afinal são as etapas do processo de exportação? O que levar em consideração para tomar essa decisão e em qual mercado se inserir? Nós da F5 já temos um artigo sobre o mercado de chocolates e a sustentabilidade como tendência internacional. Nosso conteúdo e as razões para se investir em inovações sustentáveis você encontra aqui.
Depois de um ano de nosso artigo sobre o mercado chinês, retornamos ao assunto com intuito de atualizar os números da relação entre Brasil e China e para reforçar a importância da China para o micro, pequeno, médio e grande empresário(a) brasileiro(a). Mas então, por que a China é um parceiro econômico tão importante para o Brasil e como o setor privado nacional pode expandir seus mercados e lucros?
Um erro muito comum dos empreendedores iniciantes (e até experientes) é não conhecer ou conhecer de forma muito rasa seu mercado. Isso porque, cada produto ou serviço atende a hábitos de consumo variáveis ao redor de mundo. Nesse sentido, realizar processos de exportação ou importação sem analisar hábitos culturais, concorrência e abertura do país ou região no qual se deseja investir pode pôr seu negócio seriamente em risco.
Cada vez mais, os países se preocupam com o que exportam e importam, priorizando produtos mais naturais e com responsabilidade ambiental, em decorrência das mudanças ao redor do globo. Assim, seria um erro afirmar que, com tantas transformações nos padrões de compra dos clientes, não haveria impacto também no comércio internacional. Tendo isso em vista, você sabe quais países estão adotando práticas mais sustentáveis de consumo e quais as oportunidades que eles oferecem?
Atualmente, a sustentabilidade no setor de alimentos é um tema amplamente discutido. Vivemos em um período em que a consciência ambiental do cliente tende a aumentar cada vez mais. Nesse sentido, percebe-se o crescimento de uma nova tendência no mercado: a produção de chocolates com responsabilidade ambiental.
Situado entre as cinco maiores economias mundiais, o Japão possui ciclos de afastamento e aproximação com o Brasil. Após a crise da dívida externa na América Latina no século XX, o até então segundo maior parceiro brasileiro diminuiu alarmantemente suas relações com o comércio brasileiro. Entretanto, nos últimos anos, ocorreram diversas medidas para restabelecer essa conexão.
O cotidiano dos indivíduos é dinâmico. Todos os dias buscamos novas maneiras de facilitar tarefas, tanto no trabalho quanto em casa. Assim, têm-se o crescimento da utilização de tecnologias no país, o qual procura trazer organização, acessibilidade e agilidade à vida dos brasileiros. Esse mercado, contudo, não se restringiu ao Brasil, tendo se difundindo por diversas partes do globo, principalmente relativo ao mercado de desenvolvimento de softwares.
Cada vez mais países procuram se conectar a outros. Dessa maneira, os Estados buscam se conectar a outros territórios e, assim, facilitar também as relações de comércio destes. Tendo essa situação em vista, constantemente ocorrem modificações e alterações de leis e tributos nos processos de fluxo de mercadorias entre as nações. Pensando nesse cenário, foi preparada uma lista com cinco motivos para contratar uma análise tributária antes de iniciar um processo de contato com o mercado externo.